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Tradução letra da musica My Immortal Evanescence
Letra da Música My Immortal Evanescence
Video Clipe my Immortal Evanescence
Estou tão cansada de estar aqui
Reprimida por todos os meus medos infantis
E se você tiver que sair, eu desejo que você se deixe
Porque sua presença ainda persiste aqui e isso não vai me deixar sozinho
Estas feridas não parecem cicatrizar
Essa dor é muito real
Há apenas demasiado que o tempo não pode apagar
Quando você chorou eu enxuguei todas as suas lágrimas
Quando você gritava eu lutei contra todos os seus medos
E eu segurei sua mão por todos esses anos
Mas você ainda tem tudo de mim
Você costumava me cativar pela sua luz ressonante
Agora eu sou obrigado pela vida que você deixou para trás
Seu rosto assombra os meus sonhos uma agradável
Sua voz é afugentado todos sanidade em mim
Estas feridas não parecem cicatrizar
Essa dor é muito real
Há apenas demasiado que o tempo não pode apagar
Quando você chorou eu enxuguei todas as suas lágrimas
Quando você gritava eu lutei contra todos os seus medos
E eu segurei sua mão por todos esses anos
Mas você ainda tem tudo de mim
Eu tentei tão duramente dizer a mim mesmo que você se foi
Mas embora você ainda está comigo
Eu tenho estado sozinha o tempo todo
Quando você chorou eu enxuguei todas as suas lágrimas
Quando você gritava eu lutei contra todos os seus medos
E eu segurei sua mão por todos esses anos
Mas você ainda tem tudo de mim
Letra da música My Immortal banda Evanescence
Video Clipe My Immortal Evanescence
Tradução Letra da música My Immortal Evanescence
I’m so tired of being here
Suppressed by all my childish fears
And if you have to leave, I wish that you would just leave
‘Cause your presence still lingers here and it won’t leave me alone
These wounds won’t seem to heal
This pain is just too real
There’s just too much that time cannot erase
When you cried I’d wipe away all of your tears
When you’d scream I’d fight away all of your fears
And I held your hand through all of these years
But you still have all of me
You used to captivate me by your resonating light
Now I’m bound by the life you’ve left behind
Your face it haunts my once pleasant dreams
Your voice it chased away all the sanity in me
These wounds won’t seem to heal
This pain is just too real
There’s just too much that time cannot erase
When you cried I’d wipe away all of your tears
When you’d scream I’d fight away all of your fears
And I held your hand through all of these years
But you still have all of me
I’ve tried so hard to tell myself that you’re gone
But though you’re still with me
I’ve been alone all along
When you cried I’d wipe away all of your tears
When you’d scream I’d fight away all of your fears
And I held your hand through all of these years
But you still have all of me
Biografia da banda Evanescence
Tudo começou no ano de 1994, em Little Rock, quando Ben Moody, com apenas 14 anos de idade, participava de um acampamento para jovens promovido pela igreja local.
Enquanto Ben acompanhava uma partida de basquete, percebeu do outro lado do ginásio, num palco, uma garota cantando e tocando ao piano a introdução da música I’d Do Anything for Love, do músico americano Meat Loaf.
Amy Lynn Lee tinha apenas 13 anos e acabava de se mudar.
Ao ouvi-la tocando, Ben Moody atravessou a quadra em direção à garota, ao aproximar-se, apresentou-se.
Logo começaram a conversar; Amy mostrou a Ben algumas músicas de sua autoria e concluíram que tinham a mesma tendência musical. Assim, Ben convenceu Amy a formarem uma banda.
A banda, que até aquele momento era formada por apenas Ben, que fazia guitarras, baixo e arranjos eletrônicos; e Amy, responsável pelo piano e vocais; foi batizada Evanescence, que significa dissipar ou desaparecer.
Influenciados pelo som de artistas como Danny Elfman, Type O Negative, Portishead e Sarah McLachlan, uma das primeiras composições gravadas pela dupla chama-se Understanding, que é definida por eles mesmos como “um gótico ridículo de 7 minutos”.
Mesmo assim, uma emissora de rádio de Little Rock, a KABF, passou a tocá-la num programa co-apresentado por Brad Caviness.
Através desta divulgação, o Evanescence foi ganhando reputação e logo tornaram-se conhecidos em Little Rock. Apesar disso, por falta de condições para pagar outros músicos, a dupla ainda não tinha feito nenhuma apresentação ao vivo.
Entre 97 e 98, o Evanescence lança demos que levavam apenas quatro faixas, incluindo October. O primeiro EP, lançado em dezembro de 1998 pela gravadora Bigwig Enterprises, leva o próprio nome da banda: Evanescence; e conta com as participações de William Boyd, Matt Outlaw e Rocky Gray.
Este trabalho, que trazia apenas sete faixas, foi lançado na primeira apresentação ao vivo realizada em um bar chamado Vino’s, em Litlle Rock. Todas as 100 cópias disponibilizadas para venda esgotaram-se na mesma noite da apresentação. Com a popularidade fortalecida, porém, conhecida apenas regionalmente, a banda produz e lança em agosto do ano seguinte, mais um EP.
Whisper – Sound Asleep, além de Give unto Me, traz mais cinco faixas. Mas a gravadora produziu apenas 50 cópias. A partir deste momento, o Evanescence já contava com músicos para suas apresentações ao vivo: David Hodges, John LeCompt e Rocky Gray. O próximo trabalho já começa a ser preparado.
A gravadora Bigwig Enterprises decide investir nos jovens e talentosos músicos de Little Rock. O repertório foi cuidadosamente montado com treze faixas, entre elas, My Immortal e Imaginary.
Origin foi produzido por Brad Caviness e lançado em novembro de 2000 numa edição com 2500 cópias. Além de Ben e Amy, David Hodges, como baterista, tornou-se integrante oficial. Também participaram das gravações Willian Boyd, Bruce Fitzhugh, Stephanie Pierce e um grupo composto por quatro vozes femininas que fez coral em Field of Innocence.
Desse modo, o Evanescence, aos poucos, conquistava seu espaço e uma maturidade musical das bandas veteranas. Mas ainda faltava um golpe de sorte que lhes desse a oportunidade de se projetar por toda a América. Isto aconteceu quando o produtor e executivo da gravadora Wind-Up Records, de Nova York, Peter Mathews, conheceu o trabalho da banda em um estúdio de Memphis, Tennessee. Era o detalhe que faltava. Peter apresentou os jovens músicos à gravadora e o contrato foi assinado. Wind-Up e Evanescence trabalharam durante dois anos montando o repertório do primeiro álbum.
Fallen, gravado em Los Angeles, trouxe onze faixas em seu repertório, a maioria composta pelo trio Amy Lee, Ben Moody e David Hodges. Nas gravações deste trabalho, David assumiu o piano e teclado. A maior parte da produção ficou por conta de Dave Fortmann, mas Ben e Jay Baumgardner também cooperaram em Bring me to life e My Immortal, respectivamente. Além dos músicos da banda, Francesco DiCosmo e Josh Freese participaram da gravação.
Fallen foi o disco que definitivamente lançou o Evanescence para o mundo e que rendeu muitos dólares e reconhecimento. Neste momento, a formação já estava estabilizada e pronta para percorrer o mundo em turnês.
Em apenas seis semanas o álbum vendeu mais de 1 milhão de cópias e conquistou o disco de platina. As músicas Bring me to life e My Immortal foram inclusas na trilha sonora do filme O Demolidor (Daredevil), fato que contribuiu muito para a popularidade da banda. Ainda, as quatro primeiras faixas de Fallen ganharam uma versão videoclipe: Going Under, Bring me to life, My Immortal e Everybodys’s Fool.
Porém, o Evanescence ainda tinha sua imagem vinculada à música cristã, tanto que Fallen também era vendido em lojas especializadas neste segmento. Após algumas declarações em entrevistas concedidas pelos membros da banda, ficou claro que a ligação com música religiosa tinha sido desfeita. Este fato provocou uma frustração entre alguns fãs. A gravadora Wind-Up divulgou uma nota aconselhando que as lojas cristãs recolhessem os álbuns do Evanescence e que as rádios não executassem as músicas da banda em programas voltados para o público cristão.
A banda sofreu várias alterações ao longo do tempo, incluindo o co-fundador Moody deixando a banda em 2003, o baixista Will Boyd em meados de 2006, seguido pelo guitarrista John LeCompt e o baterista Rocky Gray em 2007. Amy Lee é agora a única membro original restante na banda Evanescence. Em junho de 2009, Amy Lee postou no site oficial da banda que eles estão trabalhando em novo material para um álbum proposto para 2010.
No ano de 2004 a popularidade do Evanescence foi ampliada e a banda mostrou à mídia e aos fãs que a saída de Ben não atrapalhou a carreira. Até fevereiro, somente nos Estados Unidos, Fallen já tinha vendido mais de 4 milhões de cópias. Premiações como os diversos Grammy europeus; além de várias indicações e outros tantos prêmios conquistados na imprensa especializada, fizeram a rotina da banda naquele ano. Porém, boatos em torno do suposto namoro de Amy e Ben, contribuíram, negativamente, para uma maior exposição do Evanescence na mídia.
Em novembro de 2004, foi lançado pela mesma gravadora um CD/DVD gravado em Paris, intitulado Anywhere but Home. O DVD contém treze faixas e os quatro videoclipes; além de quase uma hora de bastidores. O CD contém as treze faixas do DVD e um bônus, a música Missing (gravada em estúdio).
Neste mesmo ano tiveram início os boatos sobre o próximo álbum. No início de 2005, a música Breathe no More é inclusa na trilha sonora do filme Elektra. Este foi um ano difícil para o Evanescence. Inicialmente, o americano Trevin Skeens processa a gravadora, afirmando que comprou o DVD Anywhere but home e se sentiu ofendido com a musica Thoughtless. Skeens exigiu uma indenização de 57 mil dólares. Em seguida, os produtores do filme As crônicas de Nárnia: o leão, a feiticeira e o guarda roupa recusam uma música que a banda fez para a trilha sonora. “Eu escrevi uma música para o filme, que eu amo muito, mas ela foi rejeitada pela produção” comentou Amy Lee no Evboard, um fórum virtual americano. “Eles disseram que a música era ‘muito dark’ e ‘muito épica’, eu pensei sobre isso e decidi que não vou prejudicar minha arte por nada”.
Em seguida, Amy processa seu empresãrio Dennis Rider, por assedio sexual e o guitarrista Terry Balsamo tem um derrame cerebral. Apesar dele ter se recuperado rapidamente, isto adiou o lançamento do albúm seguinte. Apenas no início de 2006, a banda confirma o lançamento para o dia 3 de outubro e divulga seu nome: The Open Door. Pouco antes de seu lançamento, Will Boyd decide sair da banda, afirmando que precisa passar mais tempo com a familia. Ele é substituido às pressas por Tim McCord. Pouco depois, a banda lança o primeiro single deste cd: Call Me When You’re Sober.
Não há uma classificação exata para incluir o som produzido pelo Evanescence. Percebe-se características de Metal, vários elementos de música eletrônica e letras que, por alguns, são consideradas góticas. Talvez uma boa definição para o som do Evanescence, esteja na declaração de Amy: “O que eu trago para a banda é a idéia e a vibração da coisa romântica/ clássica/orquestral, as cordas, o coral, os vocais de fundo celestiais, e o piano. A banda traz o rock, as guitarras e bateria. Juntos criamos algo que é muito original”
Prêmios recebidos:
2004 : Evanescence melhor atriz revelação e Bring me to life melhor performance.
Indicações:Fallen- melhor álbum do ano
Fallen – melhor álbum de rock
Bring me to life – melhor canção de rock
2005: My imortal – Melhor Performance Pop por um
Duo ou Grupo com Vocal
2008: Sweet Sacrifice – Melhor Permormance de Hard Rock
MTV – EMA Awards
2003: Bring Me to Life – Melhor canção
Evanescence- Melhor Grupo
Evanescence – Melhor ato revelação
2006:Evanescence – Melhor Rock
Fonte: Espectrum, Biografia evanescence










